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HISTÓRIA
A cidade de Alagoa Grande, teve como seus primeiros
habitantes os índios Bultrins, da nação Cariris. Habitavam ao redor da
lagoa que hoje dá o nome a cidade. Sua colonização aconteceu por volta de
1700, com os colonizadores luso-brasileiros.
A cidade que
no ano de 1903, ganhou o trem, que foi um dos propulsores da sua economia,
nessa época ganhou também em 1905, o belo Teatro Santa Ignez, por um
político e agropecuarista Apolônio Zenaide.
A cidade no
início do século tinha a economia forte, devido a produção de agave,
algodão, cana-de-açúcar e agricultura de
subsistência. A forte influencia econômica, ficou refletida
na sua arquitetura, com a presença de casarões e casarios que possuem
detalhes da época e incluem estilos diversos (barroco, neoclássico, artdecor,
entre outros presentes no centro da cidade, hoje tombado pelo IPHAEP.
Com o passar
dos anos veio a crise do algodão e agave que se juntaram a outros fatores,
ocasionando uma desaceleração na sua economia e conseqüentemente prejuízos
para vários setores do município.
Já nos anos
70 e 80, a cana-de-açúcar era quem impulsionava a economia do município que
tinha a Usina Tanques como o ponto de apoio.
Inúmeros
problemas de ordem fiscal, trabalhista, entre outros levaram a decadência
dessa Usina que trouxe desastrosas conseqüências para o setor econômico
local.
Hoje a cidade
está voltada à agricultura de subsistência, a pecuária bovina, capina e
ovina, além do comércio que é bastante diversificado.
A cidade, terra de Jackson
do Pandeiro, de Margarida Maria Alves, Oswaldo Trigueiro e Osório Paes,
nunca perdeu a majestade e sempre se destacou pelas suas belezas naturais,
patrimônio arquitetônico, sua cultura, arte, personagens história e o calor
de seu povo pacato e amigo.
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